terça-feira, 23 de novembro de 2010

Dias que voam

Existem dias que passam muito rápido..
24horas são reduzidas a meia dúzia quem sabe..
O tempo bom, calor, sol e praia contribuem para isso!

E, por aqui, isso tem ocorrido com frequência!
Começamos a alterar o cenário interno de nossa casa, com referência a obra realizada por amigos uruguaios, iniciamos a contrução de nossa bancada!

 antes

Nesse meio tempo de contrução, porque contruir cansa, uma passada rápida no Odisséia, para testar o Honda no suporte (clique aquí)! Antes de desatar do trapiche, um peixe resolver embarcar a bordo.. - Não, não, no meu veleiro só entra cães e símios, desculpe mas você terá de voltar para água.
Peixe sem anzol

Saindo, já na parte do canal, em frente a Rio Grande, um veleiro me chama a atenção:
 Intrepid
Masan Korea - Chun
Veleiro Sul Coreano! Nem o Paulinho, capitão de anos da lancha Larus da FURG, havia visto na vida um veleiro desse país! 
Pelo que pesquisei rapidamente no google, o dono chama-se Chun, vendendor de veleiros na Coréia do Sul.. pegando veleiros usados no Japão e levando-os 600nm para vende-los na Coréia.. pareçe ser um bom negócio já que ele conseguiu bancar essa volta ao mundo.. não consegui encontra-lo a bordo, uma pena.

Outro veleiro, pelo jeito Brasuca tbm me chama a atenção.. Pelo formato de casario e, pelos mastros, repare:
Igaraçu

Enfim, gasto o tempo de descanso, é hora de terminar a bancada:
Depois: Home-made
Voilá!

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

35ºC - 91ºF

Uma onda de calor!

Bafão mesmo! E com pouco vento, uff, todo mundo derretendo na sombra..
Embora a sorveteria esteja fechada (!!!), é uma temperatura ideal para o ócio!
Uma passada no RGYC para ajeitar o Odisséia e, um encontro surpresa com outro barco que apenas os familiares vão entender:
 Boto

Olhando para a Lagoa, apareçem algumas outras surpresas. Alguns agricultores da Ilha dos Marinheiros estão trazedo suas produções em seus barquinhos.. só que não usam o motor, estão velejando! Velejando como a tradição!!

No RGYC achei tbm um ser vivo (?), perdido que só.. cozinhando na água morna e rasa da rampa de barcos.. arriscar um carinho?
Jelly fish

Tocando a vida, fomos pegar um bronze na praia, pegando as bicis e indo pedalar até o molhe oeste aqui de Rio Grande.. há rumores que ele foi reaberto ao público e está muito bom! E é verdade:

O fim dos molhes (com piso), mesmo com o aumento de seu comprimento, é o mesmo.. uma pena.. tinhamos ainda uns 600m mar a dentro.. só que no meio das pedras e tetrápodes. Fica para a próxima! (mas eu bem que tentei):
Brasil: play-ground

Com tempo bom, o fluxo de embarcações estava grande e alguns barcos se enfrentaram no canal!

Na volta encontramos um lobinho do mar, doente como a água viva.. aguardado o pessoal do NEMA para resgate! Espero que ele esteja melhor!

Bem, em dia quente, o saco de marinheiros fica repleto! E, desta vez, levei o Cristiano de Santiago! Video da velejada aqui.


Enquanto o calor estiver por aqui, vou tirando fotos para reporta-las depois. ABS!

sábado, 30 de outubro de 2010

Milhas e milhas

Distâncias são relativas..


Pouco tempo depois que a Keith chegou do UY, foi minha vez de cair na estrada.
Primeiro visitar o pessoal de São Paulo! Comer boa comida, visitar bons shoppings e bons cinemas. 
Tudo como sempre cheio de gente e com filas.. com excessão da USP, de domingo, pós meio-dia.


Mas deu para aproveitar e matar um pouco da Saudade! 
O tempo que foi pouco pois bati uma única foto em SP..
No restaurante Mocotó, na Vila Medeiros, zona ultra norte de SP. Demos sorte.. com as 2,5horas de fila de espera tivemos o acaso de encontrar um pessoal por lá:




Interiorano que me tornei, longe da mordernidade e dos lançamentos, fiz ainda um roteiro non-stop pelas novidades e pude assistir corujas em vôo 3D e comer excelentes pizzas de chefs. Voilá São Paulo!
Partindo numa apressada manhã de Segunda-feira, chegamos ao GRU e enfrentamos a tal VEBJET lotada de gente no check-in. Faz parte.. é SP e a passagem estava a preço de banana.


algodão


O vôo, destino a Recife, pára em Brasília. 
A janela no avião não estava abrindo, por isso não pude jogar nada nos políticos.. uma pena.. tinha um arsenal de tranqueira na mala de mão.
Recife é igual a qualquer capital com mais de 3milhões de formigas.. Dos dois lados do avião só conseguia ver luzes de edifícios até o horizonte.. era noite.


- Rapaz, não marca bobeira em Recife hein!! Aqui é violento!


Recado dos vizinhos de assento do avião, me dando boas vindas à cidade.. acho que tentando me deixar mais confortável. 
Com isso, desisti de ir andando ao ponto de ônibus e fechei um preço de taxi.. não sei porque mas tenho a impressão que minha cutis, sem sol, daria na cara que eu não sou do lugar. Pelo menos deixo R$25 reias na cidade, com o taxi, ao invés dos R$2 da passagem de ônibus. Espero que os ajude.


Não sei quem foi João Pessoa.. nem seu irmão. O Nordeste é de fato o pedaço esquecido do Brasil.


Pela estrada entre as cidades reparei algo interessante.. Diversas casas não possuiam janelas. Somente o buraco na parede, com uma boa grade de aço por fora. O calor é infernal por essas bandas..


- Oxi, não marquia bobeira em João Pessoa!! Aqui é arretado de violento!


Recado dos vizinhos de assento do busão, me dando boas vindas à cidade.. acho que tentando me deixar mais confotável. "Dejavu"..


Chegar em uma cidade, após 22hrs, não é agradável.. o jeito é ajudar os moradores e a cidade, deixando 25 reias na mão de outro taxi.. 


Mas cheguei ao destino.
Veleiros e iates, de algumas centenas de milhares de reais, dormiam as margens da vila do salário mínimo.






O mundo tão desigual
Tudo é tão desigual
O, o, o, o...
De um lado esse carnaval
De outro a fome total


Tomei o remédio do descaso e consegui colocar minha cabeça no travesseiro, para dormir.


Acordei na Ribeira, onde fiquei, e ela é intocada.. muito bonita. Os coqueiros bem altos caem na água pelo tempo.. A variação de maré altera o cenário duas vezes ao dia.. 
O calor frita a fibra de vidro a ponto de chapa de padeiro. O corpo também esquenta.. torna-se molhado estando fora dágua. Ainda bem que os alísios sopram o dia inteiro.. seria impossível andar de dia se não fosse por isso.






O Celestial também está na Ribeira. Assim como outros 8 veleiros estrangeiros que, para destacar, mostro um, pequeno, de um velejador alemão, solitário, com pouco mais de 6 metros de comprimento.


Celestial
Sagelboot

Os dias passaram, arrumando toda a parafernalha do Celestial.. Era muita coisa. Só de livros devemos ter tirado uns 15kgs. Fora sujeira, pelos, cabelos, óleos, papéis e afins.. Consumiu tanto tempo que ficamos sem muitas opções para ir Velejar (pois o Ribeira é um rio pequeno)..

A saída foi acordarmos cedo para ir em direção a Recife, novamente, só que por água. São 70MN.. algo entre 140 km.. com previsão de 12hrs de viagem. Veleiros não correm. Fomos eu, Roberto, Luciano e Conchita.

A manhã da viagem começou nublada.. Ao horizonte, em nosso caminho, uma nuvem cinza, mais parecendo uma bigorna, nos aguarda. Apenas a mestra fica de pé. Aguardamos a chegada da água. Ela vem, com vento! Por um instante estamos na dúvida: Se o vento aumentar, na chuva, vai ficar ruim.. Mas não foi o que ocorreu.. a chuva veio, e o vento amainou.. o veleiro estacionou e tivemos de ir motorando. Pelo menos o cenário é bonito, com água azul azul.



Completamos o percurso em 16hrs. Cansamos. Chegamos a noite na barra de fora de Recife. Ancoramos na parte de dentro do porto e tiramos um cochilo, aguardando a maré enchente para pode chegar ao Cabangas, clube náutico da cidade.

O dia seguinte será de recuperação e descanso!

Um outro casal, do veleiro Hermes (Alladin 30'), no dia anterior teve a sorte de curricar 3 grandes peixes e, nos convidaram para um gostoso almoço. O curioso era que o veleiro deles estava com um problema no piloto automático.. e, lendo, percebi que o problema deles era o mesmo que haviamos tido com o nosso externo (o Celestial tem outro interno). Que ótimo! Arrumamos os dois, pelo problema de um!

O fim de tarde veio com um bonito por do Sol.


Com as baterias renovadas, decidimos que seria adequado voltarmos para João Pessoa. Mesmo eu tendo que pegar o avião de volta em Recife no dia seguinte, valeria mais a pena ter mais um marinheiro do que ficar apenas 3 pessoas no Barco.

Saímos tarde mas com sol! A medida que o veleiro foi rumando para o norte, o vento foi entrando pelo través, abrindo seus panos! Uma previsão de boa velejada!


Para andar pra frente, com ajuda do vento, uma enorme soma de vetores ocorre. É a soma de vários deles que empurra o bixinho.. em troca, ele aderna um pouco.


É uma troca justa.. questão de costume. Embora a velocidade dificilmente passe dos 12km/h em tempo bom, é preferível adernar a andar de lado, como os siris.
O veleiro está bem equipado. Possui diversos eletrônicos. Radar, GPS, eco, etc. E, se a volkswagen gaba-se por ter um carro que faz baliza como mágica. A gente gaba-se por ter um piloto mágico, invisível, nas mais 15hrs de viagem de volta.

Repare, motor desligado.

João Pessoa ainda está a quase 6 horas de viagem quando a noite chega.. no nordeste, o dia começa cedo e, as 17horas da tarde não tem mais Sol.. Desfrutamos o espetáculo em alto mar.


Tripulação são e salva, em João Pessoa. Após arrumar as malas, resta-me 1 hora para dormir.. as 5:19 temos (pai e filho) que pegar o trem que me levará à rodoviária e de lá, todo o caminho de volta para Rio Grande... mais de 3000km cruzados no mesmo tempo de Recife - João Pessoa. Previsão de chagada, lá, a meia noite... vou poder tentar dormir em toda a viagem.


terça-feira, 12 de outubro de 2010

Karumbé - Uruguai


O projeto TAMAR é bem estruturado! 

Chega a ser orgulho para brasileiros, eco-protetores e eco-fãs da natureza!
Esse projeto possui bases espalhadas pela costa, prédios, biólogos, carros, e por aí vai!
Quem não gosta de ganhar uma camiseta da tartaruguinha saindo do ovinho? Elas são até caras!!
Agradecemos ao divino e ao desconhecido, existir a lei que permite a dedução do imposto das empresas para direciona-lo a esse projeto. Eu juro que agradeço! A petrobrasil também!
Se não fosse por isso (a parte do money, não a do agradecimento).. bem, se não fosse por isso temos um exemplo de como seria  esse envolvimento nacional com o tal bichinho carismático.

Chama-se KARUMBÉ.

É o estudo da tortuga, em período anual.. Dessa vez era período de hibernação; sim, tartaruga tem fama de ser devagar e ainda por cima tem período de hibernação.. um tempo relax, eu diria, que a tartaruga tira só pra ela!
Só que, é no país vizinho.. e nem tanto money nem tantas leis ajudam o projeto.. é feito por voluntários brasileiros, uruguaios e até extrangeiros. E todo o gasto é por conta própria de cada um.
Claro que de tudo que o TAMAR é para nós, o KARUMBÉ é em nada parecido.. ninguém conhece.. poucas ou nenhuma empresa investe na proposta, tem apenas uma base localizada na comunidade de La Coronilla, não tem veículos e não tem pai-trocínio mas vende camisetas com o logo, a preços baixos.

A Keith e outros recentemente se voluntariaram para abrir a temporada de estudos! Confira:





Um tanto rústico, não é? Mas você deixaria de ajudar por isso?
Só não espere por cartazes, verbas e propagandas, para arregaçar suas mangas!
Aceita-se voluntários!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

XXVI de IX de MMX

O mês de Setembro é bom! 


Tem 30 dias, 4 fins de semana, 1 feriado nacional, 1 feriado regional (em Rio Grande).. é início da Primavera, o Sol já "desceu" pelo equador, o calor vai chegando, os ventos de nordeste sopram com mais freqüência e, é meu aniversário! Essa última parte não é tão "UAL!!" assim, eu sei, mas, é praxe dos macacos coloridos em comemorar.. pena não ser outro feriado!
Acredito também que Setembro deve ser aniversário de uma grande massa de pessoas pois nove meses antes é natal e ano novo, período de comemoração, champagnes e festas... estes dias também são feriados!! E, logo logo, daqui a 3 meses, estamos novamente nesta mesma farra de comemorações!
Falando assim, isso chega a ser cabalístico.. embora eu não sei esse idioma.


Setembro é legal! Diz aí?

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

La playa, Los amigos, Los perros, La Paloma

Feriados são tipicamente brasileiros! Simplismente são!! Qual outro lugar se "emenda" uma segunda-feira para aproveitar até o fim de terça-feira? A resposta, já aviso, eu não sei.. não sei se existe algum outro país que faça igual.. esse raciocínio é tão brasileiro que penso que o Brasil, além de ilha, pois só aqui se fala português na América, é feito de espécimes diferente, mais preguiçosas.. mas isso não vem ao caso!

O que ocorre é que o feriado de 7 de Setembro, Independência, foi na terça-feira e, muito antes disso, um mês para ser exato, nós começamos a convocar amigos para a mais tradicional migração que gostamos de fazer.. ir rumo sul, 450km para baixo, até a latitude -34,66 em pleno (fim de) inverno!

Confirmar a presença de 8 ou mais amigos em uma migração como está é complicado.. é do tipo matemática impossível, com 1 equação de 8 incógnitas.. existem infinitas soluções ou simplismente não a há... o que quero dizer é que vários imprevistos a que nós mesmos nos levamos a ter, dos 8, embarcamos apenas 1, o qual pegamos no meio do caminho! Mas, o que parece ser um cenário ruim, rapidamente se torna bom! Com espaço de sobra, um outro melhor amigo do homem pôde ir, um não, dois!! Os cães foram também, sem saber ao certo se teriam seus vistos negados na fronteira com o vizinho Uruguay.
as rodas pretas são homenagem à Pedro Smith

Assim, nós, cães e Mauro, nos encontramos no Chuy, para um almoço em família, algumas compras e, "brasilis feriadum prolongatas"!! Cruzamos a fronteira tranquilamente! Com a apresentação da maledeta carta verde e, dezenas de papéis burocráticos, não sei se "cocada" e "rapadura" foram vistos dentro do porta malas, pela aduana uruguaia mas, como eu não falo espanhol, não tinha como avisar, sabe? Enfim, isso empolgou a todos:
130 km após a fronteira, por uma estrada praticamente vazia, se chega a La Paloma, sem pedágios ou trânsito (e em pleno feriado!!). Você já deve ter me ouvido (lido) falar deste lugar! É tudo de bom! Posso tentar escrever milhões de palavras, certas e erradas e em diferente idiomas que não ia adiantar.. precisa ir lá pra ver e, de preferência, com sol e no inverno. O risco é querer ficar. E isso passa na mente, pode acreditar!!

Só não vou fazer mais propaganda hoje para não lotar a praia.. e virar piscinão!

Bem, nossos anfitriões são Flopy e Guille, antigos amigos de Mauro! Eles sabem que tem a "vida" de poder morar e trabalhar em La Paloma e, com uma casa sobre o mar, nos receberam para 3 noites de "brasileños" bagunçeiros, cozinhando, bebendo e, arranhando o portunhol como todos nós achamos que fazemos bem!!

Claro que não há amizade que aguente muito, nem casal que permaneça unido, quando a bagunça alheia rola solta!! A gente sabe disso! Guille e Flopy também! Então, sem pedir muito, digo, bem, "pedimos" para pousar na casinha deles, que, Eu e Keith, achamos perfeita pois tem jardim nos fundos para os cães, lareira e vista para o mar!

Um feriado prolongado, de Sol e praia, lembra para muitos à muvuca com farofa!
Aqui seria igual, não fosse pela própria muvuca e farofa.. Sol, praia e, as ruas da cidade, num típico dia de semana (pois o feriado e no Brasil e não no UY).

Margaritas & pastas e Sol & praia fazem qualquer humanóide feliz com a vida! É tudo mais simples.. e isso nos mostra que, aos viajantes quadrupedes, mesmo provando pouco disso, aproveitaram a falta de coleiras para avacalhar, digo, passear pela praia!

Mas é preciso esperar, pacientemente...

Existem singularidades no Uruguay.. uma delas é poder ver o Sol nascer, não que seja diferente mas, porque gosto e, porque é lá..

Outra singularidade é o uniforme da escola pública (de segunda a sábado).. jalecos brancos! Parecem pequenos químicos! E, de certa forma, representa a disciplina deles frente as aulas!

E mais outra singularidade é a música brasuca, da casa sem paredes, muito engraçada, construída com esmero e tal...  pois ela existe:

É tudo muito "fique aqui mais um dia"... dá pra entender não é?
Que tal a vista da casa de Flopy e Guille:

Essas coisas não facilitam muito na hora de ir embora.. quando se fala num churrasco na "estufa" acompanhado de vinhos, anoite, tipicamente o que fizemos, daí piora para decidir se partir é melhor que ficar..
Mas tudo bem, antes desse drama, sempre dá tempo de fazer algo.
Fomos passear em outro bairro, que mais parecia campos do jordão, onde o casal vai passar o verão, fugindo dos turistas :)

E, de todo começo ao fim, não nos seria diferente, despedimos do limbo e voltamos a vida estudantil de Rio Grande sem antes passar por outro tipo de aventura, essa do tipo mais urbana e atrapalhada!
Nosso querido Clio pediu descanço no Chui.. voltou da praia até a fronteira trepidando como um "parkinson".. coitado.. bebia a 5km/l.. era a bobina e cabos, dando sinais de que o fim dela também chegara..

A solução foi clamar pelos 3 anos de seguro devidamente não utilizados e pedir um guincho com direito a taxi!! Até Rio Grande, 250km de distânica, com mais 2 cães!! Foi divertido pois o taxista faz parte de uma ong para cachorros de rua.. e, "âma-los" como a reciprocidade da frase...


Hoje o carro já tá arrumado, coisa de 20 minutos! Eu já estou aqui no PC! Os cães estão em casa! Apenas La Paloma está mais longe... voltaremos!!